Nem toda migração compensa. Os critérios técnicos e financeiros que usamos para recomendar (ou desaconselhar) o movimento.
Migrar um ambiente Oracle para a nuvem raramente é uma decisão puramente técnica. Ela envolve licenciamento, contratos vigentes, janelas de indisponibilidade aceitáveis e a maturidade do time que vai operar o ambiente depois do corte.
Antes de recomendar qualquer movimento, levantamos o custo total atual: licenças, suporte, infraestrutura, pessoas e o custo indireto das paradas. Sem essa linha de base, qualquer promessa de economia é chute.
O segundo passo é classificar as cargas. Bancos com picos previsíveis e ambientes de homologação costumam ser os primeiros candidatos, porque respondem bem a rightsizing e desligamento programado. Já ambientes com licenciamento por processador exigem simulação detalhada antes de qualquer mudança.
Por fim, planejamos a migração em ondas, sempre com plano de rollback testado. Quando a conta não fecha, dizemos isso com clareza: otimizar o ambiente atual pode gerar mais retorno do que migrar.
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